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Engenharia Ambiental - Bacharelado

ÍNDICE

O que é Engenharia Ambiental?

A Engenharia Ambiental é um curso da área das Ciências Exatas no qual são estudadas as questões ambientais de forma abrangente, multidisciplinar e integrada nas suas dimensões tecnológica, ecológica, social e econômica, visando promover o desenvolvimento sustentável da sociedade e do meio ambiente.

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Justificativa e Importância do Curso de Engenharia Ambiental

Nas últimas décadas tem crescido consideravelmente a discussão acerca das questões ambientais no mundo todo, e, como consequência, a demanda por profissionais qualificados para tratar de tais questões.

O contínuo desenvolvimento de nossa sociedade, especialmente nos setores urbano e industrial, não reconhece seus limites e ocorre de forma desordenada, sem planejamento, à custa de níveis crescentes de poluição e degradação ambiental. Gradativamente, os impactos negativos desse modelo de desenvolvimento tornam-se cada vez mais significativos e preocupantes, comprometendo todo o ecossistema.

Dentro deste enfoque a Engenharia Ambiental se destaca por buscar tecnologias apropriadas ao desenvolvimento aliado à conservação ambiental e por vincular estas duas carreiras de grande demanda e valorização: a Engenharia - a qual representa uma formação tradicional se sólida na projeção de soluções para as mais diversas áreas - e o Ambiental - o qual requer habilitação para lidar com as questões ambientais de forma abrangente e competente.

O curso está estruturado de forma a integrar conhecimentos básicos de diversas áreas do conhecimento que, até então, estiveram presentes de forma setorizada na formação de biólogos, engenheiros químicos, engenheiros florestais, engenheiros agrônomos, engenheiros sanitaristas, engenheiros civis, geólogos, geógrafos e na formação de profissionais das ciências sociais aplicadas, da sociologia, do direito, da administração e da economia.

Ressalta-se que a Engenharia Ambiental, por seu perfil multidisciplinar e interdisciplinar, integra diferentes áreas, formando um profissional generalista, com visão mais ampla e holística para lidar com questões ambientais diversas e para buscar atender a um dos maiores desafios da atualidade: o Desenvolvimento Sustentável.

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O Curso de Engenharia Ambiental da FAESP

Localizada junto ao coração do desenvolvimento econômico da capital, na própria Cidade Industrial de Curitiba, a FAESP oferece, desde o primeiro semestre de 2005, o curso de Engenharia Ambiental, formando sua primeira turma em 2009.

O curso está organizado de modo a formar um profissional com sólidos conhecimentos sobre o meio natural e a complexa interação entre a utilização dos recursos naturais, os impactos decorrentes dessa utilização e as alternativas disponíveis para minimização dos impactos negativos e potencializados dos impactos positivos.

Entendendo que as ações ambientais apresentam características multidisciplinares, interdisciplinares e transdisciplinares, e que o engenheiro é o profissional que coordena e lidera equipes, projetando soluções para os mais variados desafios, o curso de Engenharia Ambiental da FAESP tem passado por constantes atualizações e melhorias em prol do atendimento a estes, resultando em um incremento notável em sua qualidade.

 

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Objetivos

O curso objetiva formar profissionais capazes de:

- atuar em atividades científico-tecnológicas no campo da Engenharia Ambiental e na organização e gestão dos processos ambientais de empresas e demais instituições que desenvolvam atividades ligadas ao meio ambiente;

- planejar e otimizar o uso de áreas urbanas e rurais sob perspectiva ambientalmente sustentável;

- avaliar a duração, magnitude e reversibilidade das alterações causadas pela atividade humana no meio ambiente independentemente de sua natureza adversa ou benéfica;

- elaborar relatórios, laudos e auditorias assegurando o cumprimento dos planos, programas e requisitos ambientais;

- produzir programas voltados a segurança ambiental, trabalhando na prevenção de acidentes e nas medias emergenciais nos possíveis acidentes;

- projetar o desenvolvimento, o controle e a implementação de diretrizes para regularização e normatização de produtos e processos relacionados com o meio ambiente;

- implantar o monitoramento ambiental de processos, avaliar sistemas de modelagem ambiental e definir indicadores ambientais;

- desenvolver atitudes de compromisso com a gestão participativa em projetos ambientais;

- fomentar e implementar estudos e projetos relacionados à educação ambiental, à responsabilidade socioambiental e às ações necessárias ao desenvolvimento sustentável com participação da sociedade;

- construir e reconstruir, ao longo do curso e em seu exercício profissional, uma postura ética condizente com as novas exigências e compromissos sociais e ambientais da atualidade em consonância com o desenvolvimento sustentável;

- atuar de forma consciente de sua função como agente construtor do futuro e agente transformador da realidade ambiental no país e em sua região.

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Perfil Profissional

O curso de graduação em Engenharia Ambiental, em conformidade com a CNE 11/2002, tem como perfil do formando egresso o engenheiro com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimentos às demandas da sociedade.

O Engenheiro Ambiental formado pela FAESP será um profissional versátil, capaz de garantir que as atividades econômicas e industriais sejam ecologicamente balanceadas e estejam de acordo com as leis e normas ambientais municipais, estaduais, nacionais e internacionais. Será um profissional apto para: aplicar os conhecimentos da área de engenharia na solução de problemas ambientais, conceber alternativas para estudos de viabilidade e estar capacitado para projetar e coordenar empreendimentos de caráter ambiental.

Em suma, estará habilitado a conciliar, a partir dos melhores conhecimentos existentes, o binômio ambiente/desenvolvimento, e capacitado a práticas voltadas para o aproveitamento racional dos recursos naturais, aí incluídas as tarefas de recuperação ambiental, prevenção de danos e conservação de recursos.

 

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Onde Atuar e Perspectivas Profissionais

Como qualquer engenheiro, o Engenheiro Ambiental tem por função resolver problemas concretos, recorrendo à ciência e à tecnologia. Por este motivo, o seu mercado de trabalho é bastante heterogêneo e distribui-se por:

- Empresas: no controle de qualidade, pesquisa e desenvolvimento, planejamento e projeto industrial, produção e consultoria.

- Área Governamental: nos órgãos públicos de controle e fiscalização, em testes, pesquisas, normas e padronização.

- Área Docente: instituições de ensino superior e pesquisa.

- Assessoramento e Prestação de Serviços: consultoria a pessoas físicas e jurídicas, fornecendo suporte para o desenvolvimento de projetos na área ambiental.

- Organizações não-governamentais.

A profissão é relativamente nova. No Brasil inteiro, há poucos cursos de graduação, sendo que a Engenharia Ambiental está sendo considerada por muitos especialistas como a profissão de maior demanda no século XXI.

Esta crescente demanda está relacionada ao fato das indústrias dos setores de plástico, petróleo, tecidos e fundições estarem em busca da certificação ambiental. O processo de licenciamento ambiental também exige de um grande número de empreendimentos potencialmente impactantes ou poluidores o atendimento a uma série de requisitos para obtenção de licenças ambientais de instalação e operação.

Deste modo, estima-se que devam ser abertos nos próximos anos cerca de 500 mil postos de trabalho para o Engenheiro Ambiental, sendo, portanto, uma das poucas áreas em que a oferta de trabalho é maior do que a procura. Por enquanto, o Engenheiro Ambiental compete com Biólogos e Engenheiros Sanitaristas, mas com a regulamentação da profissão, que já ocorreu em 2000, o seu campo de atuação específico está assegurado.

As melhores oportunidades de emprego ainda estão concentradas nas cidades mais industrializadas das regiões Sudeste e Sul mas, num país como o Brasil, com imenso potencial e grandes desafios para a implantação de projetos de infra-estrutura e agroindústrias, o mercado está se expandindo rapidamente para as outras regiões do Brasil, assegurando um grande mercado de trabalho.

Ainda assim, os desafios ambientais são maiores e mais prementes em grandes centros urbanos. A progressiva industrialização de Curitiba e de sua região Metropolitana nos últimos anos requer a disponibilidade de engenheiros que possam atuar eficientemente em empresas e indústrias, na execução de projetos ambientais diversos como no tratamento de resíduos sólidos, líquidos e gasosos; na elaboração de estudos de impactos ambientais; na proposição, implementação e monitoramento de medidas ou ações mitigadoras desses impactos; ou mesmo como profissional liberal, consultor, administrador e gestor.

Adicionalmente, o Projeto de Lei nº 508/2007, aprovado pela Assembléia Legislativa do Paraná em 03/12/2008, obriga empresas potencialmente poluidoras a contratarem pelo menos um responsável ambiental. São consideradas empresas poluidoras aquelas que, atuam em atividades incluídas na tabela de atividade potencialmente poluidora do IBAMA e IAP. Atualmente, estão cadastradas cerca de 19 mil empresas potencialmente poluidoras nos setores alimentícios, minerais, de agrotóxicos, baterias, combustíveis, petroquímicos, entre outros.

É importante salientar que, com o incremento das exigências para obtenção de licenças ambientais, há uma série de documentações e procedimentos que requerem a participação e assinatura de um engenheiro. Ou seja, embora cursos de diversos níveis na área ambiental tenham sido criados, os melhores salários e a maior abrangência de oportunidades exclusivas permanecerão reservados aos engenheiros, situados no topo da pirâmide profissional. A graduação em engenharia proporciona ao profissional uma visão sistêmica, fundamental para o mercado e para o empregador, gestor ou empresário sujeito aos requisitos legais na área ambiental.

Há uma série de vagas em concursos e cargos que não podem ser ocupadas por tecnólogos da área ambiental ou nem mesmo por profissionais com título de especialização na área ambiental. Não é por outro motivo que a formação superior em Engenharia Ambiental tem sido considerada por analistas do mercado profissional como uma das 3 carreiras profissionais mais promissoras da atualidade.

O curso de Engenharia Ambiental da FAESP apresenta-se, portanto, como uma alternativa altamente promissora de formação de profissionais capacitados que poderão ser rapidamente absorvidos pelo mercado de trabalho, especialmente o local, mas não se restringindo ao mesmo.

 
 

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Histórico do Curso

Em dezembro de 1994, o Ministro de Estado da Educação e do Desporto, consubstanciado em parecer da Comissão de Especialistas do Ensino de Engenharia da Secretaria da Educação Superior (SESu/MEC), resolve criar a área de Engenharia Ambiental conforme a Resolução No 48/76 da portaria No 1.693/94, a qual fixa o mínimo de conteúdos. Já a Resolução Nº 447/CONFEA, de 22 de setembro de 2000, dispõe sobre o registro profissional do Engenheiro Ambiental e discrimina suas atividades profissionais.

A criação desta área de Engenharia Ambiental é resultado de um processo mundial e nacional que, já a partir da 2ª metade e final do século passado delineou claramente a necessidade de maior atenção à questão ambiental em esferas que vão do global ao local. A crise ambiental deixou de ser mera especulação de ambientalistas para passar a mostrar seus efeitos econômicos, sociais e ecológicos preocupantes, nas mais diversas dimensões da sociedade. 

O Desenvolvimento Sustentável passou fazer parte das iniciativas em todo mundo e, no início do século XXI, agravaram-se problemas ambientais em nosso país, cidade e bairro, com especial destaque para a área urbana. Nas grandes cidades industrializadas, como a nossa Região Metropolitana, problemas tais como qualidade da água, efluentes domésticos (esgoto) e industriais, resíduos sólidos (lixo), drenagem urbana (enchentes), controle de vetores transmissores de doenças e qualidade do ar comprometida pela poluição atmosférica realçaram a carência de profissionais aptos a lidar com desafios tão multidisciplinares e interdisciplinares de forma integrada e competente.

Neste panorama também ficaram claras as crescentes demandas sociais por melhor qualidade de vida, emprego e renda e o imperativo econômico e legal por melhor aproveitamento dos recursos naturais de forma legalmente apropriada e sustentável, que são foco central de atuação técnica, gerencial e política de engenheiros ambientais.

A Faculdade Anchieta de Ensino Superior, em conformidade com sua missão e atenta a esta problemática decidiu encaminhar em 2004 a criação do curso de Engenharia Ambiental para atender à região da Cidade Industrial de Curitiba, CIC, que se constitui como o próprio centro geográfico emblemático de todas as questões ambientais e econômicas da capital do Estado do Paraná. 

Isso se deve ao fato da CIC representar o maior pólo de concentração de grandes empresas nacionais e multinacionais da região, empreendimentos estes que devem respeitar a legislação vigente para prevenção e mitigação de impactos ambientais indesejáveis. São indústrias e empreendimentos dos mais diversos ramos de atividade - petrolíferas, químicas, madeireiras, minerais, de ferro-gusa, entre outras - que precisam, em sua maioria, de engenheiros ambientais para orientação de suas fases de projeto, implantação e operação, projetando soluções para destinação de seus resíduos sólidos, líquidos e gasosos e para previsão e acompanhamento dos demais impactos potenciais ou previstos e provenientes de suas atividades.

Entendendo, assim, que as melhores oportunidades de emprego para o engenheiro ambiental ainda estão concentradas nas cidades mais industrializadas das regiões Sudeste e Sul, como é o caso da Cidade Industrial de Curitiba, o curso de Engenharia Ambiental da FAESP, estrategicamente posicionado, delineou sua concepção para atender, prioritária mas não exclusivamente, ao imenso potencial e grandes desafios da implantação e adequado acompanhamento de processos industriais que envolvem uma diversidade de variáveis impactantes ao meio ambiente, desde a escolha da matéria-prima até a disposição final dos resíduos.

Este processo de construção pedagógica e institucional culminou com a Autorização do Curso pela Portaria nº. 321 de 27/01/2005 D.O.U. nº. 20 de 28/01/2005. Desde então, a contribuição da FAESP se faz patente, com oferta do curso à comunidade local e regional, e turmas em formação desde a realização do primeiro processo seletivo em fevereiro de 2005.

A estrutura de laboratórios, o acervo bibliográfico e o quadro de docentes altamente qualificados são alguns dos itens que tem sido alvo de permanente investimento da IES nestes anos, atendendo progressiva e consistentemente a todos os requisitos que um curso da envergadura de uma Engenharia Ambiental requer para uma formação de qualidade.

No final do ano de 2007 e durante todo o ano de 2008, sob nova Coordenação de Curso, procedeu-se a amplo processo de revisão da estrutura curricular do curso de Engenharia Ambiental e do próprio Projeto Pedagógico do Curso, PPC, atentando-se para a natural evolução científico-tecnológica, legal e mercadológica ocorrida após a elaboração do primeiro PPC.

Esta evolução de conhecimentos e da realidade é uma constante da atualidade, porém é ainda mais flagrante na área ambiental, área esta ainda em conformação, na medida em que a crise ambiental, as mudanças climáticas, a globalização da economia e as legislações ambientais se delineiam e clamam por profissionais aptos a lidar com os mais intensos e maiores desafios do mundo atual. Estas condicionantes que afetam o perfil de atuação do Engenheiro Ambiental, e, por consequencia, afetam as prioridades e os itens em sua formação.

Deste modo, o Corpo Docente altamente especializado do curso de Engenharia Ambiental da FAESP e sintonizado com as necessidades do mundo do trabalho que se referem à Engenharia Ambiental, opinou e entrou em consenso a respeito dos itens a serem revistos, processo ocorrido ao longo de várias reuniões e ponderações, não sem a participação de acadêmicos dos períodos mais avançados do curso, os quais vivenciaram as qualidades e deficiências do curso desde seu início. Cada item foi repassado criteriosamente, visando a excelência e pertinência da formação oferecida pela FAESP.

Outro fator que levou à revisão mais ampla e aprofundada do Projeto de Curso foi a própria aproximação do final do curso da primeira turma da Engenharia Ambiental da FAESP. Definições para Estágio Supervisionado e Trabalho de Conclusão de Curso, que no PPC atualizado passa a ser Projetos de Conclusão de Curso I, II e III, foram delineadas de forma participativa. As Linhas de Pesquisa do curso foram eleitas, de modo a atribuir a identidade e ênfases do curso em sintonia com a necessidades de mercado.

O resultado da revisão e aprimoramento das diversas dimensões que compõem o PPC e, por conseqüência, do andamento do curso como um todo, e especialmente a maneira como o processo tem sido conduzido, de modo participativo, motivador e inclusivo de todos os participantes envolvidos, tem elevado o nível de satisfação de docentes e discentes com o curso de Engenharia Ambiental e a confiança de escolha de rumos coerentes e consistentes, o que tem sido sinalizado nas reuniões e avaliações institucionais internas.

Entendendo que o histórico do curso é uma construção constante, assim como o é a construção do PPC, o curso de Engenharia Ambiental prossegue revendo e aprimorando constantemente seus procedimentos e providências em prol do alcance de todos os seus objetivos e finalidades.

 

 

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Estrutura Curricular

1º período - carga horária: 420h

  • CÁLCULO I
    Núcleo de conteúdos básicos - 120h
  • COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
    Núcleo de conteúdos básicos - 40h
  • INFORMÁTICA BÁSICA
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • INTRODUÇÃO À ENGENHARIA AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • METODOLOGIA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA
    Núcleo de conteúdos básicos - 40h
  • QUÍMICA GERAL
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES I
    Atividades complementares - 20h

2º período - carga horária: 420h

  • CÁLCULO II
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • FÍSICA I
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • GEOLOGIA GERAL
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • GEOMETRIA ANALÍTICA E ÁLGEBRA LINEAR
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • QUÍMICA ORGÂNICA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES II
    Atividades complementares - 20h

3º período - carga horária: 420h

  • ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • CÁLCULO NUMÉRICO
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • CÁLCULO PARA ENGENHARIA AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • FÍSICA II
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • GEOLOGIA APLICADA À ENGENHARIA AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • QUÍMICA ANALÍTICA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES III
    Atividades complementares - 20h

4º período - carga horária: 420h

  • ANÁLISE DE SISTEMAS E MODELAGEM AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • BIOLOGIA GERAL
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • FÍSICA III
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • RESÍDUOS SÓLIDOS
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • TERMODINÂMICA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES IV
    Atividades complementares - 20h

5º período - carga horária: 420h

  • BIOQUÍMICA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATERIAIS
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • DESENHO TÉCNICO E GEOMETRIA DESCRITIVA
    Núcleo de conteúdos básicos - 40h
  • ECOLOGIA APLICADA À ENGENHARIA AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • ESTATÍSTICA
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • FENÔMENOS DE TRANSPORTE
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES V
    Atividades complementares - 20h

6º período - carga horária: 420h

  • CARTOGRAFIA AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • CLIMATOLOGIA E METEOROLOGIA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • HIDRÁULICA APLICADA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • MECÂNICA DE SÓLIDOS
    Núcleo de conteúdos básicos - 80h
  • MICROBIOLOGIA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • OPERAÇÕES UNITÁRIAS
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES VI
    Atividades complementares - 20h

7º período - carga horária: 420h

  • ECONOMIA E MEIO AMBIENTE
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • GEOPROCESSAMENTO
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • HIDROLOGIA E GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • POLUIÇÃO DE SOLOS
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • QUALIDADE E CERTIFICAÇÃO AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h
  • ATIVIDADES COMPLEMENTARES VII
    Atividades complementares - 20h

8º período - carga horária: 400h

  • ADMINISTRAÇÃO E ORGANIZAÇÃO EMPRESARIAL
    Núcleo de conteúdos básicos - 40h
  • DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • MONITORAMENTO AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO I
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • SAÚDE AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • TRATAMENTO DE EFLUENTES DOMÉSTICOS E INDUSTRIAIS
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 80h

9º período - carga horária: 400h

  • AUDITORIA AMBIENTAL
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • GESTÃO DE RECURSOS NATURAIS
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 40h
  • OPTATIVA
    Núcleo de conteúdos específicos - 40h
  • PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO II - PCC II
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h
  • SOCIOLOGIA, ÉTICA E CIDADANIA
    Núcleo de conteúdos básicos - 40h

10º período - carga horária: 240h

  • ESTÁGIO SUPERVISIONADO
    Núcleo de conteúdos profissionalizantes - 160h
  • PROJETO DE CONCLUSÃO DE CURSO III - PCC III
    Núcleo de conteúdos específicos - 80h

TOTAIS

  • Núcleo de conteúdos básicos: 1360 h

  • Núcleo de conteúdos profissionalizantes: 1400 h

  • Núcleo de conteúdos específicos: 1080 h

  • Atividades complementares: 140 h

  • Carga Horária Total: 3980 horas

 

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Corpo Docente

Desde 2007 o critério de seleção de docentes para atuação no curso de Engenharia Ambiental da FAESP é altamente exigente: a titulação mínima dos candidatos à docência é Mestrado completo. Hoje contamos com 100% de mestres, doutorandos e doutores.

Outro critério de seleção é a atuação e/ou pesquisas na área das disciplinas pretendidas, o que é confirmado por Currículo Lattes e prova didática (aula-piloto) avaliados por, pelo menos, dois coordenadores de curso. 

Esses critérios visam selecionar docentes com perfil aderente aos objetivos e finalidades do curso, com ênfase no estímulo e desenvolvimento de pesquisas, atividades práticas, interdisciplinariedade e competência em sua área de conhecimento. 

O processo de renovação do quadro de docentes possibilitou a formação de uma equipe de professores altamente qualificados, de modo a atender às metas de oferta de um curso de alto nível. 

 

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Laboratórios

Os Laboratórios didáticos e de pesquisa ocupam uma área total aproximada de 480 m², num conjunto de quatro Laboratórios exclusivos da Engenharia Ambiental (Bloco B) e 3 Laboratórios de Informática compartilhados com os demais cursos da FAESP (Bloco A):

- Laboratório de Química Ambiental e Biologia;
- Laboratório de Física;
- Laboratório de Geociências;
- Laboratório de Fenômenos de Transporte;
- Laboratórios de Informática I, II e III.

Os laboratórios, cada qual com sua função específica, são utilizados nas aulas práticas das várias disciplinas durante o curso de Engenharia Ambiental pertinentes a este tipo de atividade e durante pesquisas realizadas pelos docentes ou pelos discentes, em seus Projetos de Conclusão de Curso - PCC, ou em Projetos de Iniciação Científica.

Acadêmica da Engenharia Ambiental realiza medidas em aula prática no Laboratório de Fenômenos de Transporte, sob responsabilidade do Prof. Emerson (ao fundo, à esquerda).


As atividades práticas são priorizadas no Projeto Pedagógico do Curso e os professores selecionados possuem afinidade com aplicação prática dos princípios teóricos e proposição de projetos que podem envolver a turma como um todo ou proporcionar oportunidades de aprimoramento aos alunos com perfil mais voltado à pesquisa científica.

Os laboratórios cumprem os requisitos de segurança desde a concepção do projeto dos mesmos, levando em conta itens como topografia do terreno, orientação solar, ventos, segurança do edifício e dos alunos, situação e tipo das bancadas, capelas, estufas, muflas, o tipo do piso e sua cor, material de revestimento das paredes e sua cor, iluminação artificial e ventilação.

 

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Atividades Complementares, de Pesquisa e Extensão

Além das aulas práticas em Laboratório, visitas técnicas, palestras, fóruns, seminários, aulas de campo, oficinas de responsabilidade socioambiental, Cursos de Extensão, atividades práticas na instituição ou no bairro como entrevistas e diagnósticos ou construção de experimentos ocorrem como atividades práticas e/ou complementares associadas à quase totalidade das disciplinas do curso de Engenharia Ambiental.


Acadêmicos da Engenharia Ambiental realizam Visita Técnica ao Porto de Ponta do Félix em Antonina junto à disciplina de Avaliação de Impactos Ambientais.

A Visita Técnica ao Porto de Antonina teve o propósito de conhecer, na prática, os impactos ambientais relacionados às atividades portuárias e as medidas preventivas, mitigatórias e compensatórias adotadas.

Uma das medidas tomadas pela administração do Porto de Ponta do Félix para redução e prevenção de impactos é o Tratamento de efluentes por zona de raízes.

Durante cada uma das Visitas Técnicas realizadas, os acadêmicos têm oportunidade de receber explicações detalhadas sobre os processos adotados pelo empreendimento e podem tirar suas dúvidas diretamente com profissionais que atuam na área.

Uma ampla gama de Atividades Complementares são programadas ou sugeridas pela Coordenação, que organiza a participação em eventos externos no horário de aulas, com acompanhamento de professor responsável, ou divulga e incentiva a oferta de atividades em horário extraclasse.

Prof. Marcos complementa explicações sobre os aspectos geológicos de Vila Velha, em Visita Técnica a este Parque Estadual, a Furnas e ao Canion de Guartelá, Tibagi, como aula prática de campo da disciplina de Geologia Geral.

A Visita Técnica à Aerosat foi realizada junto à disciplina de Sensoriamento Remoto Aplicado à Análise Ambiental, com o Prof. Eduardo (de camiseta branca).

Na visita à Aerosat, os acadêmicos da Engenharia Ambiental puderam conhecer as técnicas utilizadas para fotointerpretação de imagens de satélite digitais, como a utilização dos óculos para visão em 3D.

Na disciplina de Sistemas de Abastecimento e Tratamento de Água, o Prof. Samuel (de camisa preta) acompanhou os acadêmicos à Estação de Tratamento de Água do Iraí.

A Visita Técnica à ETA do Iraí possibilitou visualizar de forma concreta, para esta importante temática, os aspectos teóricos vistos em sala de aula.

Sugestões e iniciativas dos próprios alunos também são bem-vindas e encaminhadas sempre que possível. Neste sentido, o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da FAESP e Colégio Anchieta tem progredido em várias etapas de diagnóstico e delineamento de propostas. Palestras focando a apresentação de resultados de atividades práticas têm sido proferidas pelos próprios alunos para a comunidade acadêmica e projetos como a construção de Aquecedor Solar com utilização de materiais recicláveis (embalagens PET e Tetra-pak) são alvo de exposição, pesquisas e ações de responsabilidade socioambiental.

O trabalho prático de diagnóstico para o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos - PGRS, da FAESP e Colégio Anchieta foi realizado pelos próprios alunos junto à disciplina de Resíduos Sólidos, sob coordenação da Profª. Tamara (de jaleco), e apresentado a acadêmicos de várias turmas da FAESP, inclusive de outros cursos.

Em continuidade às ações para o delineamento do PGRS, acadêmicos da turma 2005 de Engenharia Ambiental realizam o Quarteamento de Resíduos da FAESP e Colégio Anchieta, sob supervisão e orientação do Prof. Ricardo (de jaleco amarelo).

O Quarteamento de Resíduos foi uma atividade prática da disciplina de Tratamento de Resíduos Sólidos, Líquidos e Gasosos.

Todo o "lixo" (resíduos sólidos) gerado pela FAESP e Colégio Anchieta durante alguns dias precisou ser separado em categorias.

O propósito da prática foi determinar o volume de resíduos gerado na instituição para então o PGRS ser corretamente dimensionado.

Para o correto dimensionamento do PGRS, os resíduos da amostra separados em categorias passam por pesagem, a qual possibilita a realização dos cálculos. Os acadêmicos realizaram eles próprios cada uma das etapas, acrescentando mais uma experiência prática e concreta à sua formação.

Especial atenção foi dada à definição de Linhas de Pesquisa, selecionadas entre as mais atuais e requisitadas pelo mercado de trabalho:

1. Minimização e Tratamento de Resíduos
2. Monitoramento e Modelagem Ambiental
3. Ciência e Tecnologia de Materiais
4. Planejamento e Gestão Ambiental

No curso de Engenharia Ambiental da FAESP, o aluno terá a possibilidade de desenvolver pesquisa de Iniciação Científica ou Monitoria desde os semestres iniciais do curso e cursará todas as disciplinas que são base para o desenvolvimento de pesquisas nas quatro Linhas de Pesquisa do curso antes do 8º Período (8º semestre), quando o aluno iniciará seu Projeto de Conclusão de Curso. O PPC está dividido em 3 semestres, possibilitando amadurecimento da pesquisa e uma contribuição de relevância na área científico-tecnológica. Além da orientação individual e semanal de cada aluno, docente da área de metodologia acompanha cada etapa do PPC I, II e III e seminários são realizados de forma a construir o projeto individual de forma coletiva, interdisciplinar, sólida e progressiva.

Também são oferecidos Cursos de Extensão com temáticas de interesse dos alunos, como Educação Ambiental, Projetos em AutoCAD, Fenômenos de Transporte Experimental, entre outros.

Atividades de extensão de cunho socioambiental a serem desenvolvidas na própria instituição e na comunidade tem sido propostas pela Coordenação da Engenharia Ambiental, por professores e alunos, buscando sempre que possível a integração com os demais cursos na proposição de ações multidisciplinares e interdisciplinares. Além disso, a partir de 2009 a FAESP contará com um Núcleo de Educação Ambiental, liderado pela Coordenação de Engenharia Ambiental e terá uma Coordenação específica para Projetos de Responsabilidade Social que trabalhará em conjunto com o curso de Engenharia Ambiental. Estão previstas Oficinas para a comunidade local e o desenvolvimento de um selo ambiental para o comércio do bairro que aderir à campanha de reciclagem de resíduos.

A disciplina de Tratamento de Resíduos Sólidos, Líquidos e Gasosos também incluiu o desenvolvimento do Projeto de Montagem de um Aquecedor Solar Social, sob orientação do Prof. Ricardo (de jaleco).

O Aquecedor Solar Social é feito com materiais recicláveis e utiliza 200 garrafas PET e 200 caixas Tetra-Pak, material reunido pelos próprios alunos.

Cada etapa da confecção e montagem do Aquecedor Solar foi realizada pelos próprios acadêmicos da turma 2005.

Os alunos ficaram entusiasmados com este projeto e trabalharam com afinco para finalizar a montagem do Aquecedor Solar antes do II Simpósio Multidisciplinar da FAESP.



Cada detalhe foi observado, uma vez que o Projeto visava, entre outros objetivos, capacitar os acadêmicos na montagem do Aquecedor Solar, de modo a tornarem-se agentes multiplicadores da idéia, a qual possui um cunho de responsabilidade socioambiental devido ao custo acessível do equipamento e à utilização dos materiais recicláveis.

O Aquecedor Solar Social foi montado no pátio interno da FAESP para exposição durante o II Simpósio Multidisciplinar da FAESP. Em breve o experimento será instalado no pátio externo e os experimentos continuarão com pesquisas de Iniciação Científica, como em mediações de dias de insolação e viabilidade de aquecimento para o bairro CIC, e em aulas práticas de algumas disciplinas, como Termodinâmica.

Durante o evento, o Aquecedor Solar Social despertou grande curiosidade e os visitantes puderam tirar suas dúvidas diretamente com os acadêmicos da Engenharia Ambiental.

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Perfil do candidato

O futuro Engenheiro Ambiental deve ter afinidade com as questões ambientais, no sentido de desejar contribuir para ações práticas que visem melhorar e manter a qualidade de vida e do meio ambiente. Deve estar disposto a se aplicar em uma série de disciplinas da área de exatas (Matemática, Cálculo, Física, Programação), que possuem uma carga horária expressiva na formação de engenheiros. Também deve possuir interesse por disciplinas da área de Química, Biologia, Ecologia e Humanas (Economia, Direito, Administração, Gestão, Sociologia, Ética e Cidadania). Deve ser flexível, aberto a mudanças e ter inclinação para a liderança de equipes, para o desenvolvimento de projetos e pesquisas, para busca de soluções e para a tomada de decisões, e aptidão para um campo de atuação dinâmico, multidisciplinar e interdisciplinar, no qual atualizações profissionais, além de necessárias, são uma constante.

 

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Turno e Duração

Turno: Noturno, de segunda a sexta-feira, com algumas atividades complementares esporádicas aos sábados (Visitas Técnicas, Cursos de Extensão, Oficinas de Responsabilidade Socioambiental).
Duração do Curso: 10 períodos (10 semestres)
Carga Horária Total do Curso: 3980 horas

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Coordenação do Curso de Engenharia Ambiental

Coordenador: Professor Daniel Larsen. Engenheiro Ambiental pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, possui especialização em Biotecnologia Ambiental pela Universidade Positivo e é Mestre em Engenharia de Recursos Hídricos e Ambiental pela Universidade Federal do Paraná.

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